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Geraldo Foscaches

Fobia social: você quer sair de casa, mas tem medo de estar com as pessoas.

Você vê as pessoas saindo, encontrando amigos, criando lembranças. Também queria estar lá. Mas só de pensar em chegar a um lugar onde não conhece ninguém, já começa a sentir medo.

E se eu não souber o que falar? E se eu fizer alguma coisa errada e todo mundo perceber?

Você acaba ficando em casa. Ou vai, mas passa o tempo todo querendo ir embora.

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Você chega ao lugar. E fica no carro.

Lá fora, você ouve pessoas rindo com os amigos. A porta está do seu lado. Mas você continua ali, tentando criar coragem para fazer algo que parecia simples antes de chegar.

Não é preciso ter uma plateia. Pode ser entrar num lugar e precisar falar com alguém que você não conhece. Explicar alguma coisa na recepção. Pedir uma informação sem ficar pensando se vão rir de você.

Até quando alguém da sua família precisa de ajuda, o medo pode aparecer: e se eu não souber explicar? Você quer ajudar, mas começa a imaginar tudo o que pode dar errado antes mesmo de chegar.

Você conseguiu ir. Mas queria conseguir aproveitar.

As pessoas estão sendo legais. Querem conversar com você. Mesmo assim, você fica tentando descobrir se está reagindo do jeito certo, se estão gostando do que diz, se perceberam o seu nervosismo.

Você queria prestar atenção na conversa, conhecer aquela pessoa, aproveitar o encontro. Mas o coração dispara e a vontade é de sair dali. Fica esperando a hora de voltar para casa.

Depois, alguém pode dizer que você foi bem. E você pensa: consegui, mas foi tão difícil que nem sei se quero passar por isso de novo.

Os dias passam. E você continua em casa.

Em casa, o medo diminui. Você pode até tentar se convencer de que é só o seu jeito, que prefere ficar na sua. Mas sente falta de ter alguém com quem sair. De conhecer uma pessoa e querer encontrá-la de novo.

Você olha em volta: teto, chão e parede. O computador ocupa o tempo. Passa uma semana, passa um mês. Quando você olha para trás, sente falta das coisas das quais não participou.

Se já foi humilhado ou tratado como alguém que não tinha importância, talvez ainda se lembre de cenas que as outras pessoas nem lembram. Ouvir que é frescura não faz essas lembranças deixarem de doer. A história de cada pessoa precisa ser ouvida, sem presumir que todo medo começou do mesmo jeito.

O que você quer não é apenas conseguir sair de casa e voltar contando que suportou. É poder se interessar por alguém, conversar e fazer planos dos quais também vai participar.

Geraldo Foscaches

Podemos começar pelo que está te fazendo falta hoje.

Sou Geraldo Foscaches, terapeuta e fundador do Instituto Essência. Trabalho com hipnose desde 2015 e atendo em Campo Grande, MS, e online.

Se você chegou procurando terapia para fobia social, quero entender o que te trouxe até aqui. O que você gostaria de viver e não está conseguindo? O que acontece com você quando pensa em estar naquela situação?

Você não precisa contar sua história inteira nem explicar por que sente isso. Pode começar descrevendo o medo, mesmo sem saber dar um nome exato à sensação.

No Leveza Sem Demora, definimos uma situação e o que você gostaria de conseguir fazer nela. A hipnose faz parte da intervenção como ferramenta para esse trabalho. Não há promessa de que o medo vai desaparecer ou de que uma sessão resolverá um diagnóstico.

Conhecer minha trajetória e formação

Da primeira conversa à revisão.

  1. Ligação

    Uma ligação de cerca de 15 minutos, sem custo e sem compromisso. Você me conta o que está te incomodando, esclarece dúvidas e avaliamos se faz sentido trabalharmos juntos.

  2. Preparação

    O primeiro encontro pago define a situação, o que você quer conseguir fazer e prepara o trabalho. Você escolhe entre 50 minutos sem experiência de hipnose ou 90 minutos com uma primeira experiência. Pode fazer somente essa consulta. Continuar é uma decisão posterior.

  3. Intervenção

    Uma sessão individual de aproximadamente três horas, que inclui hipnose e aprofunda o trabalho definido na preparação. Depois da sessão, acompanho você durante 12 semanas.

  4. Revisão

    Doze semanas depois da intervenção, comparamos como você lidava com a situação antes e como lida agora. Registramos o que mudou e o que permaneceu. A revisão encerra o processo.

Antes de decidir.

Preciso ter um diagnóstico para conversar?

Não. Você pode começar pelo que acontece e pelo que está te prejudicando. A ligação não é uma avaliação diagnóstica. Se houver necessidade de avaliação clínica, esse cuidado precisa ser feito com o profissional adequado.

A proposta é resolver a fobia social em uma sessão?

Não. As três horas descrevem a sessão da intervenção, não uma garantia de resultado ou de resolução de um diagnóstico. Há preparação, acompanhamento e revisão. A duração deste processo também não determina a duração de outro tratamento de que você precise.

Durante a hipnose eu perco o controle?

Você permanece consciente, participa e pode conversar comigo ou interromper a experiência. Não precisa aceitar algo contrário aos seus valores.

Posso continuar a terapia ou a medicação que já faço?

Não interrompa medicação ou acompanhamento por conta própria. Qualquer mudança precisa ser discutida com o profissional responsável. Se meu trabalho for adequado, também avaliamos a necessidade de alinhá-lo com esse cuidado.

O que você gostaria de estar vivendo, mas o medo não está deixando?

Você pode começar me contando o que está te fazendo falta. Não precisa chegar com tudo explicado nem decidir agora sobre a intervenção.

Na página de valores, você encontra o investimento e as condições. Se a proposta fizer sentido para você, pode solicitar uma ligação para conversarmos sobre o que está acontecendo e vermos se posso ajudar.

Ver valores e como começar Prefiro conhecer o processo em mais detalhes
Este trabalho não substitui avaliação ou tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico quando necessários. Em caso de urgência ou risco imediato, procure o serviço de saúde adequado. A ligação inicial não é um canal de emergência.
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